Formada em março de
1981, em Norfolk, pelo reverendo Frank A. Paschall, Sr e cinco de seus sete
filhos, os irmãos Paschall (antes conhecidos como Rev. Frank Paschall and The
Paschall Brothers) especializados em som americano de raízes gospel que surgiu
após a Guerra Civil, no século 19, mais tarde conhecido como Tidewater gospel.
A formação mudou em
1984, quando dois dos irmãos deixou o grupo e Renard Freeman veio a bordo,
dando origem à configuração do quinteto clássico do grupo de Frank Sr., Frank
Jr., Freeman e Tarrence e William Paschall. Quando o Rev. Frank morreu em 1999,
Jonnie Lewis entrou em cena para manter o quinteto unido.
Mais tarde quando
Lewis saiu, juntamento com William Paschall, Sr., Tarrance Paschall, Jr., e
Renard Freeman, Jr, mudanças ocorreram para sustituí-los, transformando o grupo
numa verdadeira banda multigeracional. O som original se manteve. Em 2003
lançaram o CD Songs for Our Father pela Virginia Folklife Records. Quatro anos
depois veio outro: “On The Road Right Now.
A história conta que
tudo começou para esse grupo, quando em 1915, em Winona, Mississippi, o
patriarca Roebuck “Pops” Staples nasceu. Um amigo dele, Charley Patton se
tornou fã da guitarra de Blues, e passou a usá-la em bailes e piqueniques.
Em 1937 foi atraído
para a igreja e passou a cantar e tocar no conjunto The Golden Trumpets, da
cidade de Drew. Mudou-se depois para Chicago e continuou tocando Gospel Music.
Dez anos depois Pops Staples, como era conhecido, apresentou duas de suas
filhas, Cletha e Maviz, e seu único filho, Pervis, aos irmãos. Nascia The
Staple Singers.
Na longa caminhada
começaram gravando num estilo mais antigo, e até arcaico, para a United Records
e depois foram para a Vee-Jay. Pops e Mvis Staples dividiam os vocais. Na
década de 1960 entraram na Riverside Records, selo especializado em Jazz e Folk Music.
Quando assinaram com
a Epic Records, começaram a ganhar público branco. Em 1967 visitaram as paradas
de Pop Music com o louvor “For What It's Worth”. No ano seguinte entraram na
Stax Records, cujo quartel general em Memphis. Ali soltaram os discos Soul Folk
in Action e We'll Get Over, produzidos pelo guitarrista Steve Kropper e como
músicos de estúdios as feras da banda Booker T. & The MGs.
Agora cantavam
canções contemporâneas como “Message”, “Long Walk to DC” e “When Will We Be
Paid”. Em 1970, Pervis saiu cedendo lugar para irmã Yvonne Staples. Al Bell
assumiu como produtor e os levaram para Muscel Shoals Records.
Conseguiram colocar
12 músicas nas paradas. Quando a Stax teve problemas financeiros, Curtis
Mayfiel os levou para Curtom Records. Ele produziu o álbum Let's Do It Again.
Em 1981, na 20th Century Fox, lançaram outro disco.
Na década de 1990
tinham novos fãs quando passaram a cantar em ritmo de Country & Blues o hit
“The Weight”, lançado pela MCA Records. Dez anos depois Pops morria. Em 2013,Cleotha
partiu. Mas entre 2000 e 2010 Mavis lançou quatro CDs. No ano de 2015, a
Concord Records soltou quatro discos numa caixa: Faith and Grace: A Family
Journey 1953-1976.
Fundada em 1930, a
banda The Spirit of Memphis Quartet mudou muito com o decorrer dos anos. Não é
exatamente um quarteto. No início da década de 1980 já tinha oito membros,
cinco dos quais cantavam. O núcleo do grupo girou em torno de Jethro Bledsoe,
tenor Robert Redd e o cantor (baixo) Earl Malone, quando se reuniram em 1930.
Nesta estrada,
Bledsoe se aposentou em 1977, mas Reed e Malone ainda estavam na ativa em
1980. Gravaram no estilo quarteto na
King Records em 1950.
Ensaiaram o hit “If It Ain't One Thing, It's Another” com
Elvis Presley em Graceland, para gravar ao seu lado em 1976, mas a doença dele
não permitiu. No começo da década de 1980 lançaram um álbum Gospel com
influências Soul Music.
O grupo The
Silvertones Swan são um conjunto Premier Gospel gospel e uma das grandes experiências musicais que
aguardam quem nunca ouviu falar deles. Se você não é um fã de Gospel Music ou
música "religiosa" de qualquer tipo, não deixe que o fato de impedir
você de ter esta experiência auditiva única. Isso é pura música ao mais alto
nível.
As a cappella
quarteto Four Kings Harmony foi criada pelo tenor Claude Jeter em 1938, em
Coalwood, mas o nome foi mudado para o Swan Silvertones quando começaram um
programa de rádio de 15 minutos patrocinado pelo Swan Bakery Companhia na
estação de Knoxville WBIR em 1942.
Eles desenvolveram
uma reputação nacional durante o seu contrato com a King Records 1946-1951,
registrando cerca de 21 gravações (principalmente no estilo gospel jubileu),
incluindo "I Cried Holy" e "Go Ahead.
Juntaram-registros
especiais 1951-1953, mas emitiu apenas quatro singles (em um estilo mais
contemporâneo, mais difícil) antes que eles foram deixados cair por esse
rótulo. O grupo primitivo tinha os vocalistas Jeter e Salomão Womack, tenores
Robert Crenshaw e John Manson, barítono John H. Myles, e o baixo Henry K.
Bossard.
Quando assinaram e
gravaram com Vee-Jay e com esse rótulo a
partir de 1956 até 1964. O suave som de Vee-Jay é provavelmente devido ao
arranjador Paul Owens, que se juntou ao grupo em 1952. Influenciado pelo jazz
vocal ,Owens alisou o som e tornou mais contemporâneo, mesmo progressivo.
A partir de 1956, o
grupo começou a adição de instrumentos para o que tinha sido até então um
puramente vocal ou um som cappella. A excelente guitarrista Linwood Hargrove
acrescentou grandemente para a emergente som Vee-Jay e as adições (em
gravações) de jazz sidemen Bob Cranshaw no baixo e Walter Perkins - membros
fundadores do MJT - na bateria completaram o som.
Talvez seu maior hit
foi "Oh Mary Don't You Weep”, uma experiência de audição incrível. É nesta
canção que Claude Jeter canta a frase “I'll be a bridge over deep water, if you
trust in my name”, servindo de inspiração para Paul Simon compor “Bridge Over
Troubled Water" alguns anos mais tarde.
The Swan Silvertones teve um grande efeito
sobre muitos roqueiros(Al Kooper) e do Country (Gary Stewart). Durante seus
nove anos no Vee-Jay, os principais membros do grupo foram tenor (e falsete)
Claude Jeter, barítono John H. Myles, tenor Paul Owens, and bass William
Conner.
Outros cantores que
estavam no conjunto durante esse tempo foram tenores Dewey Jovens, Robert
Crutcher, e Louis Johnson. Quando Vee-Jay fechou em 1965, o grupo mudou-se para
Hob Records, onde eles fizeram um último álbum antes de Claude Jeter para de gravar por conta própria e se concentrar
em seu ministério.
Não se sabe muito
sobre os primeiros dias dos King's Men quintet, que não devem ser confundidos
com a banda de garagem do Kingsmen, cuja a duradoura “Louie, Louie” sobrevive
até hoje, como um dos clássicos do Rock de todos os tempos.
O grupo foi fundado
como quarteto por Big Jim Hamill em 1955 na cidade de Ashland. Outros membros
entraram como compositores: Theodore J. Twiggs e Eugene R. Smith, com os quais
gravaram o louvor “Don't Say You're Sorry” lançado em março de 1957, para pouco
alarde. Pouco depois deste single, dois dos cinco membros foram convocados para
o Serviço Militar.
Alguns anos mais
tarde, estavam juntos novamente e volta em ação e conseguiu uma carreira que,
eventualmente, durou três décadas (50, 60, e 70). As gravações continuaram a
fluir, principalmente gospel favorites, mas a verdadeira força do conjunto
estava nas suas apresentações, trazendo tenores em expansão e barítonos
retumbantes na genuína Gospel Music.
Um dos grupos de mais
longa duração Southern gospel's e também um dos mais influentes, principalmente
por causa do piano Jazzy. Formado em 1948 pelo pianista Hovie Lister, o
conjunto original incluía Mosie Lister, o tenor Bobby Strickland, o barítono Bervin
Kendrick e o baixo Gordon Hill.
Com o decorrer dos
anos sofreram várias mudanças de formação. Talvez o mais fundamental foi o
pianista Lister, porque ajudou a introduzir o piano no estilo Soulful, quebrando
a rigidez da Gospel Music da época.
Ele teve sensibilidade
para entender a necessidade de atualizar a Gospel Music em num novo apelo ao
público pós-guerra, em particular os jovens. Ao longo das décadas seguintes
lançaram mais de cem discos pela RCA Records. Em diversos momentos contou com
cantores como Rozie Rozell, Doy Ott, Buddy Burton, Jim Wetherington, Tommy
Thompson e Denver Crumpler. Lister continua no grupo.
Formada em 1964, este grupo vocal de Southern Gospel tradicional (também
conhecido como The Cathedral Quartet) aparecia regularmente na Catedral de Rex
Humbard of Tomorrow transmitida na década de 1960. Eram liderados pelo baixo
George Younce e o alto Glen Payne, conhecido por suas trocas no palco
humorístico.
De início nasceram como trio para depois chegar a quarteto com Payne,
Younce, Danny Koker e Bobby Clark. Payne e Younce permaneceram no grupo desde a
criação, o restante foi substituído. Em 1994, a formação se estabilizou com
Ernie Haase e Scott Fowler no tenor e barítono vocais, respectivamente, e
pianista Roger Bennett.
Como The Cathedral Quartet apareceram no show de Humbard até 1969, para
em seguida ganhar vida própria, em diversas turnês num caminhão convertido a palco.
Na década de 1970 estouraram nas paradas de Gospel Music do Sul dos Estados
Unidos. Em 1977 ganharam o primeiro Grammy, repetindo a dose em 1978, 1979 e
1982. Porém em 1979, as saídas de Koker e Clark influenciaram na saída de
outros componentes.
No decorrer dos anos de 1970 e 1980 emplacaram vários louvores,
incluindo "Step Into the Water," "Can He, Could He, Would
He," e "I've Just Started Living." De 1986 a 1990 foram
destaques nos louvores de Bill Gaither em encontros evangélicos e se tornaram o
primeiro grupo de Gospel Music do Sul dos Estados Unidos a gravar na Inglaterra
ao lado da Orquestra Filarmônica de Londres no álbum Symphony of Praise.
Em 1989, no 25º aniversário da banda, a Voz Music Gospel os nomeou como
Grupo do Ano e a Cash Box os aclamou como Goin´ín Style Southern Gospel Album
of the Year. Continuaram nas turnês em grandes igrejas e salas de concertos.
Nem a morte de Payne, em outubro de 1999, interrompeu o trabalho.