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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Editora Ágape leva para a Bienal títulos que dão voz à juventude do universo gospel


Luís Alberto Alves
Os cantores Mano Reco e Priscilla Alcantara são os principais destaques do segmento
 A Editora Ágape, especializada no universo gospel, prepara o lançamento de dois títulos que mostram bem como a proximidade do jovem com a religião pode ser transformadora e, ao contrário do estigma, nada chata ou monótona. “Não é palco, é altar”, testemunho de Mano Reco, ex-vocalista do grupo Detentos do Rap, e “O Livro de Tudo”, da cantora e apresentadora Priscila Alcantara são apostas da editora na lista de lançamentos da Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

“Não é palco, é altar”, traz a história de Denison, hoje conhecido como Mano Reco, que tinha tudo para ser só mais um número nas estatísticas da periferia. Tentando conquistar um espaço diferente, ele buscou fama e dinheiro a qualquer custo, ingressando num mundo de crime, promiscuidade e violência. Paralelo a uma vida nada exemplar, apaixonou-se pelo rap. Líder do grupo Detentos do Rap, entrou num curso de teologia com a intenção de contestar os que pregavam, mas atendeu ao chamado e se converteu. Hoje viaja por todo o Brasil levando uma mensagem de vida, testemunhando com música e arte.

“Com este livro, quero alcançar corações de pedra, fazendo essa gente perceber que existe, sim, uma saída. Sou mais um que deu certo na periferia, a prova de que qualquer um pode ter uma mudança de vida”, declarou Mano Reco.

Já em “O Livro de Tudo”, a cantora e youtuber Priscila Alcantara fala sobre sonhos, mídia e a vida cristã diretamente com o jovem antenado. Um papo descontraído que mostra bem que acreditar e ter uma religião não tem nada a ver com ser chato. São relatos de quem cresceu sob os holofotes, em um dos maiores programas de televisão do país, mas que nunca perdeu as próprias convicções.

Priscilla cresceu, mostrando que a popularidade vem mesmo de essência e carisma. Com mais de 5 milhões de seguidores nas redes sociais, canta, faz vídeos incríveis, tem uma carreira promissora, mas, no fim do dia, é uma jovem como seus fãs, que quer compartilhar, somar e aprender. Justamente o que ela coloca no “Livro de Tudo”.
Além desses lançamentos, a Editora Ágape aposta em veteranos como Daniel Mastral, Lucilene Possani e Taís Cortez. Confira a agenda de sessões de autógrafos.

Serviço 24ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo


Lançamento “O Livro de Tudo” – Priscilla Alcantara
Data: 27 de agosto, 2016
Horário: 10h30
Local: Arena de Autógrafos 1 – Sérgio Machado


Lançamento “O Livro de Tudo” – Priscilla Alcantara
Data: 03 de setembro, 2016
Horário: 14h
Local: Arena de Autógrafos 1 – Sérgio Machado


Lançamento Daniel Mastral
Data: 03 de setembro, 2016
Horário: 15h às 16h
Local: Estande Novo Século Editora – B060


Lançamento “Não é palco, é altar” – Mano Reco
Data: 03 de setembro, 2016
Horário: 16h
Local: Estande Novo Século Editora – B060


Lançamento “Aceitos por Deus” – Lucilene Possani
Data: 03 de setembro, 2016
Horário: 18h às 19h
Local: Estande Novo Século Editora – B060


Lançamento “Acima de Nós” – Taís Cortez
Data: 03 de setembro, 2016
Horário: 18h às 19h
Local: Estande Novo Século Editora – B060


Sobre a Ágape: A Editora Ágape pertence ao grupo Editorial Novo Século e está no mercado desde 2011 trabalhando com categorias de cunho cristão, entre Bíblias, Biografias, Louvor e Adoração, Doutrina, Evangelismo, Devocional, Família, Liderança, Mulheres, Batalha Espiritual e Vida Cristã.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

The Swirling Eddies: O projeto secreto de Terry Taylor



Luís Alberto Alves

Após o lançamento e posterior desaparecimento de aclamado pela crítica Big Bite Darn Piso Daniel Amos ', Terry Taylor começou a embarcar em um projeto solo, utilizando muitos dos seus colegas e ex-companheiros DA e baterista David Raven.

Como as músicas começaram a se reunir, o projeto começou a olhar cada vez mais como um projeto de banda. E assim foram os The Swirling Eddies, trazendo os membros com nomes falsos. Terry Scot foi batizado de Camarillo Eddy, o guitarrista Greg Flesch virou Gene Pool, o baixista Tim Chandler ganhou o nome de Berger Roy Al, assim como o tecladista Rob Watson teve como nome Arthur Fhardi.

Ex-guitarrista DA Jerry Chamberlain voltou a trabalhar com a banda sob o nome Spot. E David Raven assumiu o nome Hort Elvison. Virando-se para um som com base acústica, mais do que as tendências experimentais de Darn Floor, a banda estourou no cenário musical cristão com todo o suspense de um filme de espionagem britânico. O lançamento do primeiro disco, Let's Spin, em 1988 e um infame "Guess the Eddies". 

O álbum vendeu mais ou menos, mas ganhou bons elogios da crítica. Os hits “"Ed Takes a Vacation" e "The Unsuccessful Dutch Missionary"  deu à banda a reputação de novidade, mas trazendo canções sérias como “Catch That Angel” e “The Big Guns”, reforçou esse comentário. Em 1989 o disco Outdoor Elvis, trouxe 21 hits novos e o novo membro Gene Eugene, usando o codinome Prickly Disco. A instrumentação desta versão era mais crua.

Quando Daniel Amos retornou em 1990 com Kalhoun! Muitas pessoas pensaram que a experiência Eddies tinha chegado ao fim. Mas em 1994 veio os CDs  Both DA's Bibleland e the Swirling Eddies' Zoom Daddy. O público ficou confuso.


Cada faixa era mais profunda do que a outra, principalmente na instrumentação. Os nomes falsos foram mais longe que muitos imaginava, assim como os 30 segundos das faixas novidade. O CD True artistry saiu em 1996, visto que The Eddies faziam covers bruto de hits cristãos contemporâneos menos do que inteligente.

Lost Doggs: Banda cristã de nome estranho na Gospel Music



Luís Alberto Alves

Formada em início dos anos de 1990 como uma união de outros quatro grupos, os Lost Doggs lançou seu álbum de estreia, Scenic Routes, em 1992. A mistura de estilo caiu no gosto dos fãs da Country Music alternativa, bem como na Gospel Music.

O terceiro álbum do grupo, The Green Room Serenade, Vol. 1 deles, parecia ser um álbum de sucesso. Uma ampla gama de gêneros continuou a florescer através da música, quando, após o lançamento do CD Gift Horse, o guitarrista e vocalista Gene Eugene faleceu em 1999 no estúdio de gravação da banda.


Em 2001, o conjunto continuou como um trio, liberando o disco Real Men Cry no BEC Recordgins. O CD Nazarene Crying Towel follwed saiu em abril de 2003 pela BEC.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Grupo Semente: Onde os louvores a Deus tinham destaque



Luís Alberto Alves

A proposta do Grupo Semente era divulgar a Palavra de Deus por meio da música. Nesta pegada Guilherme Kerr Neto arquitetou o primeiro disco da banda, visto que na década de 1980 a Gospel Music sofria grande discriminação no Brasil. Dificilmente tocava nas rádios e muito menos aparecia em programas de televisão.

Faziam parte deste conjunto Sérgio Pimenta, Nelson Bomilcar, Gerson Ortega, Jorge Camargo, Edy Chagas, Marcos Mônaco, Miriam Zancul Ortega, Carla Bomilcar, Sonia Dimitrov Pimenta e Hélio Campos. Em sete anos de ministério de louvor escreveram páginas lindas na Gospel Music do Brasil.

 Ao contrário de várias bandas cristãs de hoje, onde prevalece o egoísmo e vaidade, no Grupo Semente existia amizade, compromisso mútuo, companheirismo e boas doses de musicalidade, tudo ungido pelo Espírito Santo, com excelente qualidade musical.

A primeira canção, “Plantando a Semente”, composta por Nelson Bomilcar e Guilherme Kerr, realçou a seriedade do Salmo 126 ao revelar a realidade de ministério comprometido com Jesus Cristo e muitas vezes sofrido, porém animado pela promessa de Deus na concretização da colheita.

Ousados, variavam do Samba ao Chorinho, sem deixar em segundo plano a mensagem do evangelho. No primeiro álbum, a participação do maestro Williams Costa Jr fez a diferença nos arranjos de cordas, algo raro na Gospel Music da época. Os ensaios tiveram a disciplina de Sergio Pimenta, principalmente nas viagens missionárias e nas lindas canções que escreveu.

O louvor “Fruto da Semente” destacou o balanço da Soul Music, num lindo arranjo de metais e o contrabaixo lembra o estilo de Marvin Gaye, revelando que o Grupo Semente se espelhava no melhor que existia na época. O vocal era bom, principalmente com Jorge Camargo.

A metaleira e bateria ficavam a cargo de Marcos Mônaco e Hélio Campos, mesmo nas canções simples. Nelson Bomilcar alertava para o risco de a idolatria entrar e destruir todo o trabalho, como Satanás já fez com diversos conjuntos de Gospel Music, entre eles o Kadoshi.

As irmãs Carla, Míriam, Sônia equilibravam as harmonizações vocais seja nas gravações ou apresentações. Tinham muita sensibilidade e discernimento espiritual. Não agiam como Patricinhas da Gospel Music de hoje, que deixam de lado a unção do Senhor.




quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Steve Taylor: O príncipe palhaço da Gospel Music




Luís Alberto Alves

Às vezes referido como o "príncipe palhaço da Gospel Music," cantor / guitarrista Steve Taylor foi um dos primeiros a trazer o sarcasmo e sátira a este estilo musical. Roland Stephen Taylor nasceu em 9 de Dezembro de 1957, em Brawley, Califórnia, mas foi criado em Denver, Colorado.

Taylor não começou a cantar a sério até que sua carreira da faculdade, quando, em 1979, ele foi o primeiro dos 100 escolhidos a partir de 20 mil requerentes de acampamento de verão de John Davidson; Taylor passou um mês aprendendo com os gostos de Tony Orlando, Florence Henderson, e John Davidson.

Apesar de ter raízes firmes na Gospel Music, Taylor sempre foi aberto a outros estilos; muitas vezes ele aponta para clássico London Calling do Clash como uma de suas mais importantes descobertas musicais durante este tempo.

A fita demo de canções originais que misturavam nova onda do Gospel ganhou a atenção de várias gravadoras; mas antes que ele começou a trabalhar em sua estreia, Taylor serviu como assistente de direção para o grupo de canto evangelístico, The Continental, e como diretor para a trupe de comédia musical cristã, de Chuck Bolte Jeremiah People.

Nas décadas de 1980 e 1990 lançou vários discos. Porém em 1990 lançou os hits “I Blew Up the Clinic Real Good” e "Since I Gave Up Hope I Feel a Lot Better," provocando grande polêmica no mercado de Gospel Music da época. Ficou algum tempo na geladeira.


Em 1993 retornou ao batente, lançando o álbum I Predict a Clone, depois veio uma coletânea num disco ao vivo. Não parou mais até abrir sua própria gravadora, a Squint Entertainment.

LaRue: Duo de irmãos na Gospel Music

Luís Alberto Alves

Um duo de irmão e irmã que apreciou a popularidade no mercado de Gospel Music  Contemporânea, LaRue compreendeu os talentos de Natalie e Phillip LaRue.

Os irmãos estouraram o circuito da Gospel Musi no final dos anos de 1990 com uma disco, que provocou um sucesso com o single "Reason". LaRue voltou com um segundo trabalho nervoso, mais maduro intitulado Transparent em 2001.

Depois mesclaram elementos do Rock Alternativo. Em seguida Natalie se casou após a gravação do terceiro disco. O irmão Philip sai em carreira solo.



Hana Pestle:Na carreira desde criança

Luís Alberto Alves

Uma cantora / compositora que começou sua carreira ainda muito jovem, antes de terminar o Ensino Médio. Mudou-se para Los Angeles para perseguir o sonho estrelado da Pop Music.

Em 2006 saiu o primeiro disco, que só ganhou as ruas dois anos depois. Neste meio tempo trabalhou o nome, lançando um EP.


Numa coleção de quatro canções, Pestle poderia ser encontrada em alguns pontos de Los Angeles na década de 1990, quando participou da coletânea Live and Collective Soul.